Enzo Oliveira
Estudante do último período de Nutrição. Yellow Belt em Lean Six Sigma. Ainda no começo da carreira — construindo a Northa com o mesmo rigor que espera de qualquer decisão da empresa.
Não pela experiência. Pelo método.
Eu não vivi, como profissional, o dia a dia de uma UAN. Isso seria fácil de esconder, mas prefiro dizer com todas as letras: a autoridade da Northa não nasce de uma carreira consolidada em gestão de operação.
Ela nasce de outra coisa: um método pouco comum de investigar um problema antes de tentar resolvê-lo — pesquisa de campo com profissionais reais, validação de cada hipótese, disciplina de registrar o que é fato e o que ainda é suposição.
Uma hipótese investigada, não uma dor vivida
A ideia que deu origem à Northa começou como uma suspeita: que profissionais de operação gastam tempo demais reconstruindo decisões antigas, e que isso não precisaria ser assim.
Essa suspeita foi investigada, não assumida. Pesquisa de campo com 16 profissionais do setor testou se ela correspondia à realidade de quem vive a operação — e os resultados (ver A Northa) confirmaram que sim.
O método é o que sustenta a confiança
Toda decisão relevante da Northa passa por um processo simples: formular uma hipótese, buscar evidência, só então decidir. Isso vale para funcionalidade de produto, para uma frase da landing page, para a forma como esta própria página foi escrita.
Se um dia a Northa crescer e essa disciplina se perder, ela deixará de ser a empresa que pretendo construir. Por isso esse método está documentado, não é só intenção — é o que orienta cada decisão registrada internamente.